HISTÓRIA

A maior importadora sem fábrica e de atuação contínua no País

Por meio do Grupo Gandini, a Kia Motors do Brasil é representante oficial e exclusiva da montadora sul-coreana Kia Motors Corporation desde junho de 1992, sendo a maior importadora sem fábrica e de atuação contínua no País.

As operações em território nacional tiveram início com a comercialização do utilitário Besta e do Ceres. Na sequência, a empresa passou a comercializar o K-3700 e produtos da categoria SUV (Sport Utility Vehicle), como o Sportage, segmento ao qual os consumidores brasileiros ainda tinham pouco acesso. Essa realidade foi desmistificada, e até hoje o Sportage é um dos importados líderes de vendas no Brasil.

Durante anos, o principal desafio das operações em território brasileiro foi passar da condição de distribuidora de veículos utilitários para importadora de automóveis de passageiros, uma vez que a imagem da Kia foi, por muito tempo, associada à Besta, que se tornou sinônimo de van no País.

Nessa transição, o presidente da Kia Motors do Brasil, José Luiz Gandini, teve de mudar radicalmente o perfil da Rede Autorizada de Concessionárias e de seus titulares, que investiram e se adaptaram à nova realidade, acompanhando a evolução da montadora sul-coreana mundo afora. De atendimento a consumidores de veículos de trabalho para veículos de passeio e sport-utilities, Gandini conseguiu essa transformação com êxito. Prova disso é que a importadora conquistou o valioso título de “Melhor Distribuidor do Ano” da marca Kia em 2001, 2008 e 2011, em prêmios relativos aos resultados dos anos anteriores.

Com a assinatura do designer Peter Schreyer, o icônico carro design Soul e o moderno sedã Cerato foram apresentados no Brasil em 2009. No ano seguinte, foram apresentados outros modelos que, nas mãos das eficientes equipes de engenharia e design da Kia, ganharam em qualidade, tecnologia e beleza: o sedã de grande porte Cadenza, o cupê Cerato Koup e os SUVs Sorento e Sportage foram reestilizados.

Foi também em 2010 que a Kia apresentou seu primeiro modelo bicombustível, o Kia Soul, fabricado na Coreia com a tecnologia flexfuel, especialmente para o mercado brasileiro. Nos anos seguintes, o compacto premium Picanto passou por uma transformação decisiva e foi sucesso de crítica, semelhante ao que aconteceu com o sedã Optima.

Atualmente, a Kia Motors do Brasil trabalha com uma das mais completas famílias de veículos entre todas as montadoras locais e importadoras, incluindo compacto, sedãs, SUVs (Sport Utility Vehicle), CUV (Crossover Utility Vehicle) e comercial leve.

O boom de vendas e a consolidação da Kia Motors do Brasil ocorreu em 2011, ano em que a marca comercializou 80 mil unidades no atacado (da distribuidora para a rede) e 77 mil unidades licenciadas aos consumidores finais. Foi quando, em setembro daquele ano, Gandini e a Kia Motors do Brasil foram surpreendidos pela instituição dos 30 pontos percentuais no IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados). E, mais tarde, no dia 3 de outubro de 2012, perpetuados pelo programa Inovar-Auto, do governo federal, e pela cota de importação de 4.800 unidades/ano, que se estendeu até o dia 31 de dezembro de 2017.

Com o término do Inovar-Auto, a partir de 1º de janeiro de 2018, a Kia Motors do Brasil deu início a um processo de reestruturação, por meio da nomeação de novas concessionárias e da prospecção/negociação com grupos empresariais da cadeia de distribuição. Além disso, a empresa já programou a chegada de novos modelos, que complementarão a linha de veículos da marca no País.

Com mais de 26 anos de atuação, a Kia Motors do Brasil possui 100 pontos de atendimento. Ao longo deste período, a marca comercializou mais de 400 mil unidades, e o Grupo Gandini se consolidou como a maior importadora sem fábrica no Brasil e de atuação contínua. A Kia Motors ainda é responsável por milhares de empregos diretos, contribuindo ativamente com a economia brasileira.